“Mãe”, que
palavra estranha... Tão pequena, porém tão significativa. Ela sim é sinônimo de
amor, pois ser mãe, mãe de verdade, de corpo e alma é ser amor.
Não apenas
isso. Ser mãe não é um cargo simples: é ser amiga, companheira, cabeça aberta,
dona de casa, médica, professora e em alguns casos é ser pai também.
Não acredito
que viramos mãe quando um filho nasce, na verdade nascemos com isso (esse instinto
materno) e quando se sente pela primeira vez aquele ser pequeno e indefeso
dentro de nós, aquele depende de nosso amor e carinho esse instinto entra em ação,
independente do sexo, independente do rosto, pois o que nos importa é esse ser
existir e nada mais.
Esperamos
dez meses para segurar esse ser no braço e tenho certeza que são os dez meses
mais longos de nossa vida, porém tudo vale a pena quando o vemos; a dor do
parto, a dor nas costas, o cansaço, o enjoo... Tudo vira passado e
insignificante, quando enfim nos sentimos mãe, quando todos sabem que somos
mães e quando podemos enfim abraçar e sentir esse ser em nossos braços.
Bom, depois
de tudo isso creio que pensem que sou mãe... Mas não, sou apenas uma filha
apaixonada, falando em nome de todos os filhos e filhas que amam sua mãe, sua
heroína.

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